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MARY WARD presente na ONU

Obrigada, professora Viviane, por nos representar na ONU com seu testemunho de fé e esperança!

Testemunhos de superação de tantas mulheres no mundo, compilados pela ONU, no período da pandemia do Covíd-19, nos ajudam na reflexão deste dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

Caros amigos,
Juntem-se a nós para o lançamento do Livreto do Dia Internacional da Mulher organizado em conjunto pela ONG IBVM ONU e escritórios de JPIC de Mary Ward na segunda-feira, 8 de março de 2021. Você pode assistir ao vídeo em nossa conta do Facebook a partir das 10h (horário de Sydney). Os detalhes encontram-se no convite em anexo (espanhol e inglês).
Recebemos contribuições de todas as regiões do mundo onde CJs e IBVMs estão presentes. Agradecemos sua colaboração e por compartilhar conosco as histórias de liderança e resiliência das mulheres de sua rede. Por favor, agradeça a essas mulheres incríveis e inspiradoras de nós. Esperamos que, como nós, você também se sinta inspirado e encorajado por suas histórias.
Você poderá visualizar ou baixar o livreto (em inglês e espanhol) neste link em nosso site. Por favor, compartilhe-o em toda parte, mas especialmente com as mulheres que generosamente compartilharam suas histórias conosco.
https://ibvmunngo.org/tag/women/
Bênçãos,
Janet Palafox IBVM e Cynthia Mathew CJ
Representante de ONG nas Nações Unidas
Escritório da ONG Instituto da Bem-aventurada Virgem Maria
845 Third Ave # 625 New York, New York 10022

Trabalhando juntos por um mundo mais humano, justo e sustentável!

TESTEMUNHO DA PROFESSORA VIVIANE  – LIVRO LANÇADO NA ONU, HOJE 08/03/21
Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1 Pedro 5.7).
Nos meus 46 anos de vida, nascida e criada em um lar cristão, talvez nunca um texto bíblico tenha sido tão fortemente experienciado como neste último ano (2020/2021). Estamos vivendo momentos de instabilidade, insegurança, incertezas e perdas. Ao olhar para a situação mundial, em muitos momentos me senti desanimada, como se estivesse sendo sugada para um profundo abismo.
Na segunda semana do isolamento social, frente a uma equipe médica em um hospital de campanha, me deparei com o medo e o desafio de superar essa “maldita” doença.
A dor no corpo, o cansaço, a febre, a falta de ar, a perda de olfato e a sensação de ter uma pata de cavalo sobre o peito constantemente perduraram por quase dez dias. As noites eram intermináveis, o silêncio da madrugada era assustador e nada mais doía do que estar isolada dentro da minha própria casa, sem poder acariciar meu marido e meu filho.
Como professora no sistema de ensino da Congregação de Jesus, poder ministrar minhas aulas, ver meus alunos diariamente, mesmo que a distância, e partilhar com meus colegas professores foram fundamentais para vencer esta batalha.
Porém, muito ainda estava por vir. Primeiro chegavam notícias de parentes de pessoas conhecidas ou amigos de amigos que estavam doentes. Conforme o tempo foi passando, essa distância foi se encurtando até passar pela prova mais difícil desta pandemia até aqui.
Dia 22 de janeiro de 2021, minha tia foi internada e dois dias depois meu tio também foi levado para o hospital. Ambos dividiram o mesmo espaço na UTI, sem que ela soubesse que enquanto o seu quadro clínico melhorava gradativamente, o dele piorava.
O relatório médico chegava só no final do dia e a espera era paralisante e muito angustiante. Alguns dias animadores e outros nem tanto. Enquanto as pesquisas sobre a evolução da doença apontavam sempre para um prognóstico muito ruim, o que me mantinha firme eram as orações e a fé no Autor da vida.
Às treze horas do dia onze de fevereiro meu coração saltou de alegria! Recebi a tão esperada notícia de que minha tia também tinha vencido a batalha, estava de alta e poderia retornar para casa. E em menos de trinta minutos recebi outra ligação: titio também iria voltar para casa, só que ele, para a casa do Pai.
Apesar de termos a consciência de que biologicamente nascemos, vivemos, envelhecemos e morremos, nunca estamos verdadeiramente preparados para a perda e a separação.
Então como continuar?
Sei que, durante a minha caminhada, muitas tormentas ainda virão: pedras, obstáculos e armadilhas próprias da vida. Mas, para permanecer no caminho, é necessário continuar, ressignificar a vida, valorizar o que realmente importa e não se importar com o que é efêmero. Viver e amar!
Profª Viviane Bozolan Porto
Colégio Mary Ward

Você poderá encontrar outros testemunhos no link
https://ibvmunngo.org/tag/women/

 

Celebrando Dia Internacional de la Mujer 2021

Celebrating International Women’s Day 2021