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12/3/2010 - Jogo da mineração agita alunos do oitavo ano
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Confira o álbum de fotos
A sala de aula é um lugar privilegiado para a experiência do conhecimento! Acreditando neste princípio, as aulas de História se tornaram espaço de extrapolação de conteúdos, para que os alunos pudessem aproximar as informações estudadas em aula.
Pensando nisso, os alunos do 8o ano C foram convidados a participar de uma investigação diretamente do século XVIII, no período da mineração no Brasil. Foram chamados a serem detetives! O crime? O roubo de uma pepita de ouro. Os suspeitos? Toda a sociedade colonial, e ainda o rei de Portugal.
Estavam sob o olhar dos investigadores o Senhor Agripino, o escravo Tião, o índio Potigua e até mesmo o padre Chico. Todos podiam ter sucumbido à cobiça pelo ouro.
Além do criminoso, era necessário descobrir o local onde a pepita estava escondida. Poderia ser em uma adornada Igreja Barroca, na própria senzala, na mina e até mesmo na Casa de Fundição.
O que pretendi, como professora, foi um exercício em que os alunos pudessem usar as informações estudadas em sala de aula para responderem a questões, julgar em grupos as respostas como certas ou erradas e fazer sua aposta para a solução do crime. Desse modo, a História não serviria para uma simples conferência, mas para participar de um jogo, interagir com os colegas, experimentarem a vitória e a derrota.
Parabéns, detetives! Agora o desafio é outro: tornar a História parte da vida presente. Profa. Danielle
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